quinta-feira, 2 de abril de 2026

        O 4.º ano mergulha no                       passado 


Nem as nuvens cinzentas nem a chuva persistente conseguiram tirar o brilho quando o 4.º Ano embarcou para uma visita ao Mosteiro da Batalha e ao CIBA (Centro de Interpretação da Batalha de Aljubarrota).

No Mosteiro da Batalha, os alunos ficaram impressionados com a grandiosidade das Capelas Imperfeitas e a beleza dos vitrais. Aprenderam sobre a promessa de D. João I e a importância deste Património da Humanidade. Um dos pontos altos foi a visita ao túmulo do Soldado Desconhecido, onde o silêncio respeitoso dos nossos alunos mostrou o quanto compreenderam a solenidade do local.

No CIBA, a história da icónica Batalha de Aljubarrota ganhou vida. Mesmo sem podermos explorar o campo exterior devido ao clima, a experiência tecnológica dentro do centro foi imersiva. Os alunos assistiram à recriação da batalha de 1385, entendendo as táticas de Nuno Álvares Pereira e viram as armaduras, as ossadas e as armas de perto.










 

Uma manhã de magia e mistério  

O espírito da Páscoa invadiu a nossa escola. Começámos o dia a ouvir uma história sobre a importância da partilha, "Um Presente de Páscoa". Praticámos o nosso inglês com as aventuras de "Pete the Cat: I Love My White Shoes", uma história rítmica que arrancou sorrisos e ajudou a treinar o vocabulário de forma divertida.

Seguimos para o polivalente, que se encheu de risos e velocidade, com o jogo da "Raposa, Coelho e Cenouras" e a destreza no desafio de transportar o ovo (bola).

O momento alto do dia foi, sem dúvida, a nossa Caça aos Ovos, que este ano teve um sabor diferente. Num belo gesto de cumplicidade, os padrinhos e afilhados prepararam surpresas uns para os outros. Primeiro, os padrinhos esconderam cuidadosamente os ovos para os seus afilhados encontrarem e depois, os papéis inverteram-se e os mais pequenos aceitaram o desafio de esconder os tesouros para os mais velhos.

Para fechar este dia memorável reunimo-nos todos para uma aula de Zumba. Foi um momento de pura alegria, onde a música e a dança serviram para celebrar as amizades.

A Escola Branca deseja a todos uma Páscoa Feliz!

















 Histórias que celebram o afeto  

No dia 12 de fevereiro, a Escola Branca viveu um momento de grande envolvimento e partilha com a leitura da história Crocodilo e Girafa, um par de namorados a sério, da autoria de Daniela Kulot.

A atividade integrou o projeto Histórias Inclusivas e foi dinamizada para assinalar o Dia dos Afetos, celebrando o amor, a amizade e a aceitação da diferença.

A leitura, contada a duas vozes, revelou-se extremamente cativante. A expressividade, o humor e a alternância de entoações deram vida à narrativa, permitindo que todos os alunos acompanhassem a história de forma ativa e prazerosa. A relação improvável entre o Crocodilo e a Girafa despertou curiosidade, riso e reflexão, criando um clima de escuta partilhada e participação coletiva.

No âmbito do projeto Histórias Inclusivas, esta história assumiu um papel central na abordagem da diversidade e da inclusão. Através de uma narrativa simples e divertida, foi possível transmitir a mensagem de que as diferenças não impedem relações verdadeiras e significativas. Pelo contrário, são essas diferenças que enriquecem os laços afetivos e promovem a empatia.

Após a leitura, seguiu-se uma atividade criativa desenvolvida a pares. As crianças foram desafiadas a imaginar e construir pares improváveis, trabalhando em conjunto para decidir ideias, personagens e características. Cada par atribuiu nomes criativos às suas duplas, num exercício que promoveu o diálogo, a cooperação e a tomada de decisões partilhadas. O trabalho a pares permitiu que todos participassem ativamente, respeitando ritmos, ideias e formas diferentes de pensar.

Esta articulação entre leitura inclusiva, trabalho colaborativo e educação para os afetos proporcionou aprendizagens significativas ao nível da linguagem, das competências sociais e do pensamento criativo. Mais do que celebrar uma data simbólica, foi um momento vivido em conjunto, onde a inclusão se construiu lado a lado — tal como na história, sempre a dois.

Cristina Ferreira